Respostas diretas.
O que é a Gestão Empresarial Executada da DICA?
É a execução contínua e integrada das rotinas administrativas de Pessoas, Financeiro, Fiscal, Contábil e Marketing. A DICA organiza e opera as responsabilidades contratadas; o empresário mantém a direção e as decisões do negócio.
A DICA só recomenda ou executa?
Executa. A DICA não recomenda e sai de cena: assume e opera a gestão dos setores administrativos da empresa.
Que créditos tributários a minha empresa pode aproveitar? ¹
Depende do regime. No Simples Nacional com os tributos dentro do DAS, o aproveitamento de crédito nas compras é limitado, mas a sua venda ainda pode gerar crédito para clientes de outros regimes, e isso pesa no preço. No Lucro Presumido, no Lucro Real e, a partir de 2027, no Simples com IBS e CBS fora do DAS, as compras podem gerar crédito. O MAPA mostra quais se aplicam à sua empresa, e a validação fica com o contador responsável. Base: Lei Complementar 214/2025.
Preciso trocar meu contador para contratar a DICA? ²
Não. Se você já tem um contador de confiança, a DICA trabalha de forma integrada com ele, conectando as informações contábeis e fiscais à administração da sua empresa.
Se deseja mudar de contador, também podemos oferecer uma solução com profissional contábil legalmente habilitado.
Você escolhe o caminho. A DICA cuida da integração da gestão, respeitando as responsabilidades técnicas de cada profissional.
Para quem é a Gestão Executada?
Para empresas em operação, com equipe, que cresceram mais rápido do que a estrutura e hoje dependem demais do dono.
Por onde começa?
Por uma conversa. Se fizer sentido, pelo MAPA, que mostra a empresa inteira antes de qualquer mudança.
Quanto custa?
O valor da Gestão Executada sai depois do MAPA, porque depende do porte e da complexidade da empresa.
Atende fora do Rio de Janeiro?
Sim. O atendimento é online, com alcance nacional, e o atendimento presencial pode ser realizado no RJ, em SP e em BH.
O que muda com a reforma tributária (IBS, CBS e Imposto Seletivo) na rotina da minha empresa?
A reforma troca os tributos sobre consumo por três novos. A CBS substitui o PIS e a Cofins a partir de 2027. O IBS substitui o ICMS e o ISS aos poucos, de 2029 a 2032, e os dois antigos deixam de existir em 2033. O Imposto Seletivo começa em 2027, sobre produtos específicos, e o IPI tem a alíquota zerada para a maior parte dos produtos. Em 2026, o IBS e a CBS estão em fase de teste; o recolhimento pode ser dispensado aos contribuintes que cumpram as obrigações acessórias, e os valores pagos podem ser compensados.
Na rotina, muda a nota fiscal, muda a formação de preço, porque o novo imposto é calculado por fora, e passa a valer o crédito: em regra, o imposto pago na compra abate o devido na venda. Quem está no Simples Nacional pode escolher recolher o IBS e a CBS dentro ou fora do DAS, e essa escolha pesa na venda para outras empresas.
Por isso a reforma não fica só no fiscal: mexe no preço do comercial, no caixa do financeiro e na escolha de regime do contábil.
Base legal: Emenda Constitucional 132/2023 e Lei Complementar 214/2025, com alterações posteriores.
Como organizar a gestão de pessoas sem um RH próprio?
Em muitas pequenas e médias empresas, a gestão de pessoas fica dividida entre o dono, o contador e quem tiver tempo. O efeito aparece em contratação sem critério, folha com erro e gente boa saindo sem que ninguém saiba por quê.
Organizar começa por separar duas coisas: a rotina obrigatória do departamento pessoal (admissões, folha de pagamento, férias, rescisões e obrigações em dia) e a gestão da equipe (contratar com critério, acompanhar e reter). A primeira pode ser terceirizada. A segunda precisa de método e de alguém que conduza.
Quando a folha conversa com o financeiro, o dono enxerga o custo real de cada contratação antes de decidir.
Como montar o fluxo de caixa da empresa?
Fluxo de caixa é a lista do que vai entrar e do que vai sair, dia a dia, nas próximas semanas e meses. Para montar:
- registre todas as contas a receber e a pagar, com a data de vencimento;
- inclua o que costuma ficar de fora: impostos, folha, encargos e parcelas;
- confira com o extrato do banco toda semana;
- projete pelo menos três meses à frente.
O erro mais comum é olhar só o saldo do banco, que mostra o passado. O fluxo projetado mostra que vai faltar dinheiro antes de faltar.
Ele fica confiável quando o fiscal informa quanto de imposto vai sair e o setor de pessoas informa o custo da folha.
O que é gestão financeira empresarial na prática?
É a rotina que transforma movimento de dinheiro em decisão: organizar contas a pagar e a receber, conferir o banco, acompanhar o fluxo de caixa projetado, separar o dinheiro da empresa do dinheiro do dono e acompanhar indicadores como margem, prazo médio de recebimento e capital de giro.
Não é só pagar boleto em dia. A gestão financeira responde perguntas como “posso contratar?”, “posso dar esse desconto?” e “esse cliente dá lucro?”.
Para responder com segurança, ela depende dos números dos outros setores: tributos do fiscal, folha de pessoas, resultado do contábil e meta de vendas do marketing.